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Entenda como escolher o modelo ideal de empilhadeiras para a operação e ganhar eficiência

Especialista da Tria Empilhadeiras explica como o tipo de operação, o layout do armazém e o peso das cargas devem orientar a escolha do equipamento

PEDRO SENGER
29/08/2025 14h51 - Atualizado há 2 horas
Entenda como escolher o modelo ideal de empilhadeiras para a operação e ganhar eficiência
Divulgação

A escolha correta da empilhadeira pode impactar diretamente a produtividade, a segurança e os custos logísticos de uma operação. Com uma gama cada vez mais ampla de modelos disponíveis no mercado, como elétricos, a combustão, retráteis, transpaleteiras e trilaterais, o desafio está em alinhar as especificidades do equipamento às necessidades do negócio.

Segundo levantamento da ApexBrasil, o mercado brasileiro de movimentação de materiais deve crescer 6,5% ao ano até 2027, impulsionado pelo avanço do e-commerce e pela modernização dos centros de distribuição. Nesse cenário, a definição do modelo ideal de empilhadeira para cada aplicação ganha protagonismo na estratégia logística das empresas.

Para Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, marca de baterias de lítio e equipamentos para manuseio e transporte de cargas, não existe uma empilhadeira universal: “Cada operação demanda um equipamento compatível com seu espaço, piso, frequência de uso e tipo de carga. A escolha inadequada pode comprometer a produtividade e aumentar os riscos de acidente”.

Conforme o diretor, entre os modelos mais comuns de empilhadeiras, destacam-se:

  • Empilhadeiras Elétricas – Tradicionalmente associadas a operações internas, hoje, com os avanços tecnológicos e o uso de baterias de lítio, elas podem ser aplicadas em qualquer tipo de operação. São equipamentos robustos e sustentáveis, com emissão zero de poluentes. Oferecem uma operação mais silenciosa e de alta eficiência energética. Basta garantir as adequações técnicas necessárias para sua recarga.
     
  • Empilhadeiras a Combustão (GLP ou diesel) – Embora sejam mais baratas na aquisição, o custo de operação é mais elevado do que o das elétricas. Vale lembrar que seu uso é recomendado apenas para áreas externas ou locais com ventilação adequada.
 
  • Retráteis – Desenvolvidas para corredores estreitos e grandes alturas. Muito utilizadas em centros de distribuição e estoques verticais, onde o espaço é um fator crítico.
     
  • Transpaleteiras Elétricas – Projetadas para otimizar o transporte de cargas em qualquer distância, são soluções práticas e eficientes para operações que exigem agilidade. Com diferentes capacidades e a opção de operador embarcado, se encaixam em múltiplos cenários logísticos.
     
  • Trilaterais – Equipamentos de alta precisão, ideais para a movimentação e armazenagem de cargas em grandes alturas, com acesso a ambos os lados do porta-palete. São especialmente indicadas para operações em corredores estreitos, sendo guiadas por rodízios laterais ou fios de indução, o que garante eficiência e segurança mesmo em áreas com grande volume de estocagem.

“A tecnologia presente nas empilhadeiras modernas também é um diferencial. Modelos com telemetria, controle de velocidade, ergonomia avançada e sensores de segurança têm sido cada vez mais requisitados. Fora o modelo, fatores como a altura de elevação, a capacidade de carga e o tipo de rodagem também devem ser avaliados. Para operações complexas, a recomendação é contar com uma consultoria técnica especializada”, complementa o especialista.

De acordo com a Associação Brasileira de Logística (Abralog), 42% dos custos logísticos estão ligados à armazenagem e movimentação interna. Otimizar esse processo com equipamentos adequados, portanto, pode gerar economia significativa a curto e médio prazo.

“Na Tria, incentivamos nossos clientes justamente a adotarem uma visão de longo prazo, considerando não só o desempenho técnico, mas também o impacto ambiental de cada escolha”, conclui Humberto Mello. 


 

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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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