A escolha correta da empilhadeira pode impactar diretamente a produtividade, a segurança e os custos logísticos de uma operação. Com uma gama cada vez mais ampla de modelos disponíveis no mercado, como elétricos, a combustão, retráteis, transpaleteiras e trilaterais, o desafio está em alinhar as especificidades do equipamento às necessidades do negócio.
Segundo levantamento da ApexBrasil, o mercado brasileiro de movimentação de materiais deve crescer 6,5% ao ano até 2027, impulsionado pelo avanço do e-commerce e pela modernização dos centros de distribuição. Nesse cenário, a definição do modelo ideal de empilhadeira para cada aplicação ganha protagonismo na estratégia logística das empresas.
Para Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, marca de baterias de lítio e equipamentos para manuseio e transporte de cargas, não existe uma empilhadeira universal: “Cada operação demanda um equipamento compatível com seu espaço, piso, frequência de uso e tipo de carga. A escolha inadequada pode comprometer a produtividade e aumentar os riscos de acidente”.
Conforme o diretor, entre os modelos mais comuns de empilhadeiras, destacam-se:
“A tecnologia presente nas empilhadeiras modernas também é um diferencial. Modelos com telemetria, controle de velocidade, ergonomia avançada e sensores de segurança têm sido cada vez mais requisitados. Fora o modelo, fatores como a altura de elevação, a capacidade de carga e o tipo de rodagem também devem ser avaliados. Para operações complexas, a recomendação é contar com uma consultoria técnica especializada”, complementa o especialista.
De acordo com a Associação Brasileira de Logística (Abralog), 42% dos custos logísticos estão ligados à armazenagem e movimentação interna. Otimizar esse processo com equipamentos adequados, portanto, pode gerar economia significativa a curto e médio prazo.
“Na Tria, incentivamos nossos clientes justamente a adotarem uma visão de longo prazo, considerando não só o desempenho técnico, mas também o impacto ambiental de cada escolha”, conclui Humberto Mello.
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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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