Perda, saudade e, ainda assim, amor: Alexandre Beltramini lança Bença e marca recomeço na música
Faixa une texturas eletrônicas e orquestrais em uma narrativa intimista que reflete sobre a fragilidade da vida e o vínculo entre ausência e afeto
Junior
28/08/2025 13h09 - Atualizado há 6 horas
Foto por Luiza bola
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https://youtu.be/tMDICUrs3wk O cantor e compositor Alexandre Beltramini apresenta Bença, single que marca o recomeço de sua trajetória musical. Composta há quatro anos, a faixa parte de um momento íntimo, ao piano, em que o artista buscava elaborar o luto e refletir sobre a fragilidade da vida. "Sinto que é a música perfeita para marcar este recomeço. Ela não apenas traz uma forma mais crua de expressar esses sentimentos, como também me fez reconectar com a própria música. Acho que não poderia haver momento melhor para que ela finalmente encontrasse um rumo além da gaveta, carregando como título a mesma palavra de despedida dirigida à pessoa a quem se refere", destaca o artista
A canção combina texturas de sintetizadores com arranjos orquestrais, criando uma atmosfera densa e delicada que remete a nomes como Sufjan Stevens, Keaton Henson, City and Colour e Los Hermanos. A letra fala sobre a perda e a sensação de impotência diante do que é inevitável, e condensa em três palavras seu eixo emocional: perda, saudade e amor - sendo os dois primeiros, como o artista define, “o preço do terceiro”.
Com uma estética nostálgica e orgânica, Bença também surge como resposta à lógica da automação. O artista enxerga a faixa como um lembrete de que, apesar do avanço da inteligência artificial, ainda é o humano - com sua fragilidade e verdade - que dá sentido à música. “Esse lançamento representa um recomeço, mas também uma aceitação de que o que importa na música é a expressão e nada mais.”
O single deve ressoar com ouvintes de artistas como Tim Bernardes, Terno Rei e Ale Sater, especialmente aqueles que buscam canções introspectivas, seja em escuta individual ou em performances ao vivo. Para quem nunca ouviu Alexandre Beltramini, ele resume: “É uma música sobre perda, mas também sobre amor. Intimista, densa, feita para sentir no silêncio que a gente não está sozinho”.
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EDIVALDO CLEMENTINO DA COSTA JUNIOR
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