O setor têxtil no Brasil, que detém a maior cadeia completa do Ocidente segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), está vivendo uma profunda transformação. Com uma história de quase 200 anos no País, o setor busca agora aliar alta performance a práticas mais sustentáveis para responder aos desafios climáticos globais.
Como aliada estratégica nessa jornada, a BASF desenvolve soluções que promovem menor pegada de carbono, economia de água e biodegradabilidade, ajudando a reduzir o impacto ambiental da indústria.
O investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, somado à produção local de parte do portfólio na fábrica de Jacareí (SP), permite à empresa oferecer alternativas mais seguras e sustentáveis. “Apoiamos essa evolução, oferecendo um portfólio completo de soluções para as diversas etapas do processo têxtil, seja em fibras naturais ou sintéticas, trabalhando em estreita colaboração com os formuladores do mercado”, afirma Rafael Taino de Mattos, consultor técnico de Formuladores Industriais da BASF.
Isso se traduz em ações concretas, como o uso de matérias-primas com certificação RSPO (Roundtable on Sustainable Palm Oil). Desde 2020, 100% do óleo de palma e palmiste adquirido pela empresa provém de fontes sustentáveis certificadas, o que representa até 36% menos impacto no aquecimento global. “Essa iniciativa não só ajuda nossos clientes a atingirem suas metas de sustentabilidade, mas também reduz significativamente as emissões de carbono em toda a cadeia de valor”, diz Mattos.
Para enfrentar o desafio do alto consumo de água no setor, a empresa oferece o Agnique® CP 72 L, um polímero isento de formaldeído, que otimiza o processo de tingimento de fibra sintética. O produto atua como dispersante de alta performance, melhorando assim a fixação da cor e reduzindo gasto de água em etapa de lavagem — um avanço importante para tornar o processo mais sustentável e econômico.
Projetadas para entregar alta performance e versatilidade, a linha de tensoativos Lutensol®, se destaca pela aplicação flexível, que vai desde a umectação e detergência no pré-tratamento até a emulsificação de óleos de silicone no acabamento. Para esta etapa, a BASF também fomenta a inovação com novas tecnologias, como o Lupasol PN 80, uma polietilenimina modificada que confere, entre outras possíveis aplicações, hidrofilidade persistente a toalhas de algodão, e a linha Lutensol M, de alta performance em emulsões e microemulsões de óleos de silicone.
A unidade produtiva em São Paulo representa um diferencial estratégico, garantindo maior segurança no fornecimento e agilidade logística, além de contribuir para a redução da pegada de carbono ao otimizar as rotas de transporte.
“Ao combinar nossa expertise global em pesquisa e desenvolvimento com a produção local, estamos perfeitamente posicionados para apoiar a indústria têxtil brasileira em sua jornada rumo a um futuro mais eficiente, competitivo e, acima de tudo, sustentável”, conclui o consultor.
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LIGIA CRISTINA CERDEIRA CIULADA
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