O mercado pet brasileiro vive um momento de forte expansão: segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e o Instituto Pet Brasil (IPB), o setor deve faturar R$ 77 bilhões em 2024, um crescimento de 12,1% em relação a 2023.
Em 2023, o faturamento já havia alcançado R$ 68,7 bilhões. Esse movimento reflete não apenas um aumento no número de pets, mas também uma mudança no comportamento dos tutores, que investem mais em qualidade, como, por exemplo, ao optar por uma ração Premier, que simboliza essa valorização da nutrição de alto padrão.
Alimentação
No segmento de “pet food” (ração industrializada), os líderes em faturamento, a Abinpet e o IPB projetam que as vendas atinjam R$ 42,3 bilhões em 2024, correspondendo a cerca de 54,9% de todo o mercado pet.
Essa fatia expressiva mostra como a alimentação ainda é o pilar central do setor. Para muitos tutores, a escolha pela ração Premier representa um compromisso com a saúde preventiva dos animais, reforçando a tendência de consumo mais consciente.
Serviços e estrutura: como se diversifica o cuidado com os pets
Além da alimentação, outros segmentos também crescem de forma relevante.
- Venda de animais por criadores: estimativa de R$ 8,1 bilhões para 2024 (10,5% do total).
- Produtos veterinários (“pet vet”): previsão de R$ 8 bilhões (cerca de 10,4% do faturamento).
- Serviços veterinários: projetados em R$ 7,6 bilhões (9,9%).
No levantamento de canais, dados de 2023 apontam que os pet shops de pequeno e médio porte respondem por quase metade do faturamento do varejo. Já o e-commerce pet especializado cresce com força: a Abinpet projeta que as vendas online fechem o ano com R$ 4,6 bilhões, mais que o triplo em relação a 2020.
Para quem tem um cachorro em casa, isso significa mais opções não só para comprar ração – incluindo alimentação premium, como a ração Premier –, mas também para acessar serviços veterinários, adestramento, hospedagem e até planos de assinatura.
Empreendedorismo, empregos e sustentabilidade
Dados do Sebrae de 2024 apontam que esse mercado aposta fortemente em inovação: já surgem negócios como creches para pets, terapias alternativas, clubes de assinatura, padarias pet e até alimentos com canabidiol.
Segundo o Instituto Pet Brasil, o setor emprega milhões, e grande parte dessas empresas são micro e pequenas – cerca de 98% –, gerando 49% da receita setorial.
Além disso, a expansão de serviços como banho e tosa é notável. O Sebrae registra que, de janeiro a junho de 2024, foram criados 5.893 novos negócios de banho e tosa, superando o total de 2014.
Desafios e projeções futuras
Apesar do ritmo acelerado, o setor enfrenta desafios tributários. Segundo comunicado da Abinpet e do IPB, a tributação sobre pet food (ração) permanece elevada.
Ainda assim, a previsão para o final de 2024 é otimista: além dos R$ 77 bilhões esperados, os dados reforçam uma diversificação contínua, com crescimento tanto nas vendas de alimentos quanto nos serviços e produtos veterinários.
Para os tutores de cães, isso significa não só mais investimento, como na escolha pela ração Premier, mas também acesso crescente a serviços sofisticados e acessíveis, maior variedade no varejo e mais alternativas para garantir saúde, bem-estar e qualidade de vida aos seus pets.
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ANDRE LUCIO ELOI DE SOUZA FILHO
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