Esse diálogo visual, tão enraizado na cultura popular brasileira, ganha novo olhar em 2026 com o estudo Suvinil Co(r)existir 2026, que destaca essa complementaridade ao apresentar duas cores que conversam entre si:
Tempestade, um rosa acinzentado que traduz expressividade e sensibilidade contemporânea; e Cipó da Amazônia, um verde amarelado ligado à renovação, ao orgânico e ao coletivo. Mesmo diferentes, as duas se encontram no mesmo território: o equilíbrio.“Rosa e verde nos acompanham desde sempre nas telas, nos palcos, na memória afetiva brasileira. Quando essas cores aparecem nos interiores, elas falam sobre quem somos. O rosa acolhe e traz profundidade emocional; o verde renova e cria respiro. Cada um traduzindo um jeito de olhar para o presente, por isso essas tonalidades estão tão fortes agora: elas conversam com a casa e com a cultura ao mesmo tempo”, comenta Sylvia Gracia, gerente de Marketing, Cor e Conteúdo da Suvinil.
Para inspirar quem busca novas atmosferas para o lar, a Suvinil reuniu um conjunto de projetos que exploram diferentes intensidades de verdes e rosas, ora em propostas delicadas, ora em composições mais marcantes. Cada um mostrando como essas cores têm potencial para alterar a leitura do ambiente.
Verdes
“Quando olhamos para esses projetos, percebemos como o verde se desdobra em muitas possibilidades. Os tons mais vivos trazem energia e abertura, os mais claros funcionam como um fundo delicado que valoriza objetos, e os mais profundos criam aconchego imediato. Cada nuance cumpre um papel diferente no espaço e isso explica por que o verde segue tão presente nas escolhas de quem quer transformar a casa com naturalidade e equilíbrio”, explica Bruna Galliano, diretora criativa e pesquisadora de tendências e cores.
Rosas
“Quando observamos as diferentes tonalidades de verde e rosa, percebemos como essas cores atravessam estilos e épocas sem perder força. Cada nuance encontra seu lugar, seja em ambientes mais marcados pela natureza, seja em espaços que exploram sensibilidade e expressão. Essa versatilidade faz com que o verde e o rosa permaneçam atemporais, sempre capazes de renovar a casa e dialogar com a forma como vivemos hoje”, finaliza Galliano.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
FERNANDA SÁTIRO VITAL
fernanda.satiro@maquinacohnwolfe.com
Leave a Reply