Para muitas empresas, terceirizar os serviços de segurança cibernética tem sido uma alternativa compensadora, diante dos avanços apresentados pelos cibercriminosos. Mesmo com ferramentas avançadas e equipes de TI qualificadas, as companhias não conseguem acompanhar a velocidade dos hackers, que utilizam técnicas cada vez mais sofisticadas de invasões e sequestro de dados. Esse movimento de terceirização tem crescido nos últimos anos, de acordo com estudos de mercado. No Brasil, por exemplo, cerca de 80% das empresas já utilizam algum nível de terceirização em TI, incluindo segurança cibernética, e frequentemente relatam reduções de custo entre 40% a 60% comparado a manter equipes internas equivalentes, além de melhorias na qualidade e disponibilidade dos serviços.
“Nossa a gestão de cibersegurança era conduzida de forma interna, com foco em boas práticas de infraestrutura e monitoramento preventivo. No entanto, percebemos que a sofisticação e a frequência das ameaças digitais estavam evoluindo em um ritmo muito acelerado. Diante desse cenário, tomamos a decisão de buscar uma parceria especializada que pudesse nos trazer expertise, tecnologia avançada e monitoramento constante. A terceirização com a Trust Control foi um passo estratégico para garantir maior robustez e maturidade em nossa postura de segurança”, avalia Roberto Rabelo, Diretor de TI na BScash, plataforma digital para processos de compras, pagamentos e recebimentos.
Mundialmente, a terceirização se consolida como estratégia para suprir a escassez de talentos em cibersegurança e para operar tecnologias avançadas de defesa. Um relatório de uma empresa especializada em tecnologia mostra que 67% das empresas globais sofreram ataques cibernéticos em 2025. “A terceirização da segurança cibernética é uma tendência consolidada tanto no mercado nacional quanto internacional, motivada pela busca por maior eficiência, especialização contínua e adaptação às crescentes ameaças dos cibercriminosos”, reforça Alberto Jorge, CEO da Trust Control.
Resultados
A terceirização dos serviços de cibersegurança da Trust Control pela BSCash completou um ano, com uma avaliação positiva dos gestores. Segundo Roberto Rabelo, o volume e a criticidade das informações tornam a segurança cibernética um pilar essencial do nosso negócio, não apenas para proteger a operação, mas também para preservar a confiança do mercado e dos clientes. “Somos uma fintech que atua diretamente na gestão da intermediação de folhas salariais e serviços financeiros. Isso significa que lidamos diariamente com informações sensíveis, transações financeiras e dados de clientes, o que nos coloca como um alvo natural para ataques cibernéticos”, descreve. “Hoje, contamos com uma grande base de clientes ativos, movimentando milhões de reais em transações todos os meses. Além disso, temos uma equipe dedicada que precisa de um ambiente seguro para operar com eficiência”, completa o Diretor de TI da BSCash.
Entre os serviços oferecidos pela Trust Control está o SOC 360, central de monitoramento 24 horas, que literalmente rastreia todos os ambientes digitais da empresa contratada, prevenindo contra invasões e dando respostas rápidas a qualquer ocorrência. “Em cibersegurança, infelizmente ninguém está protegido 100%. O objetivo é que o cliente esteja o mais resguardado possível de ameaças cibernéticas, para que possa desenvolver seu trabalho, ficando no seu core business, e deixando que nosso time, que conta com avançadas ferramentas do mercado, faça esse trabalho de proteção”, descreve Alberto Jorge.
Para Roberto Rabelo, entre as vantagens dessa terceirização estão a melhoria do processo de detecção e resposta a incidentes, a realização de testes que ajudaram a corrigir vulnerabilidades críticas e a criação de rotinas de monitoramento contínuo. “Minha principal orientação é enxergar a segurança cibernética não como custo, mas como investimento estratégico. O impacto de um incidente de segurança pode ser devastador, tanto financeiramente quanto em termos de imagem e reputação”, alerta o Diretor de TI da BSCash. “Ter um parceiro especializado significa estar sempre um passo à frente das ameaças, garantindo resiliência e continuidade dos negócios. Eu diria que é melhor investir preventivamente do que lidar com os prejuízos de uma invasão ou fraude”, reforça.
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Giuliano Villa Nova
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