Novembro de 2025 – A inteligência artificial tem se consolidado como um dos principais temas em boards de grandes empresas e está redesenhando a economia global, o emprego e a reputação das companhias. De acordo com o Future of Jobs Report 2025, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, metade dos empregadores planeja reorientar seus negócios até 2030 em resposta à IA.
O levantamento, que ouviu cerca de mil empresas representando mais de 14 milhões de trabalhadores em 55 países, revela ainda que 40% das organizações preveem reduzir sua força de trabalho nas áreas em que a IA pode automatizar tarefas — enquanto dois terços pretendem contratar talentos com habilidades específicas de IA.
Para Herman Bessler, CEO e fundador do Templo, empresa pioneira no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial (IA) para negócios, a urgência não está apenas em dominar novas tecnologias, mas em recapacitar milhões de trabalhadores, redesenhar práticas empresariais e apoiar a reinvenção individual. “Não se trata apenas de adquirir habilidades técnicas, mas de redefinir a própria identidade profissional em um mundo onde a IA muda o ritmo da inovação”, afirma o especialista.
Um estudo complementar, o Global Workforce of the Future Research 2025, do Adecco Group, mostra que a força de trabalho global está otimista, ambiciosa e pronta para assumir o controle de seu futuro. Mesmo diante da automação acelerada, o relatório destaca o papel da “humanidade” no trabalho — ou seja, como manter o capital humano no centro da transformação tecnológica.
“A oportunidade para empresários e executivos não é adivinhar o que vem por aí, mas definir quais futuros desejáveis queremos criar e como podemos caminhar nessa direção”, reforça Bessler
No Brasil, o relatório técnico “O Futuro do Emprego no Brasil: Estimando o Impacto da Automação”, da UFRJ, estima que 60% das ocupações nacionais podem ser altamente impactadas pela automação nas próximas décadas. Os grupos mais vulneráveis tendem a ser os mais atingidos, o que amplia o desafio de políticas públicas e estratégias empresariais voltadas à inclusão e à requalificação.
“Precisamos transformar o medo da automação em um movimento de aprendizagem e experimentação, porque a adaptação será o novo diferencial competitivo. Um dos maiores erros nas discussões sobre IA é falar em o futuro do trabalho. Precisamos falar em futuros, no plural — e ter sempre em mente que o que transforma uma empresa é o movimento, não a ordem”, completa o CEO do Templo.
Para Herman Bessler, mais do que uma revolução tecnológica com IA, o que precisamos é de uma revolução de intencionalidade. É hora de desenhar ativamente os futuros do trabalho onde a inovação sirva à humanidade e às companhias. A tecnologia não é neutra e uma de nossas grandes responsabilidades é definir quais futuros valem a pena ser criados, com ética, produtividade e redução de desigualdades.
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Sobre o TEMPLO
Fundado em 2012, o Templo é pioneiro no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial (IA) para negócios no Brasil. A empresa atua com duas frentes principais: capacitação in company personalizada com IA e plataforma IA as a service. A empresa já transformou mais de 136 companhias e capacitou mais de 24 mil profissionais. A missão é impactar 1 milhão de pessoas até 2030. O Templo se destaca pelo ecossistema proprietário de aceleração de IA para empresas, que conta com agentes educacionais, biblioteca de prompts, minicursos e automações em IA. Além disso, oferece programas B2B de transformação digital com Inteligência Artificial de forma ágil, estratégica e escalável. O Templo acumula o conhecimento em educação e metodologia de ensino com um histórico consistente de atuação em aceleração de negócios de diversos portes, entre eles Itaú, BNDES, Vale, JBS, Aon, Accor, Carrefour e Vibra. A empresa também é cofundadora do Bios – Instituto Brasileiro de Ciência de Dados, sediado na Unicamp. Saiba mais em: Link
Sobre o Herman Bessler
Especialista em IA e futuros do trabalho, CEO e fundador do Grupo Templo. Além de professor e palestrante, é cofundador do Instituto Brasileiro de Ciência de Dados (Bi0s -Unicamp) e head da vertical de negócios da Instituição, onde também atuou como líder de inovação na revisão da Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial, para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Com décadas de atuação no mercado de inovação, atuou no planejamento e implementação da transformação IA e projetos educacionais de grandes companhias como JBS, Aon, FSB Holding, Vibra, Carrefour, Artplan, Cogna, Itaú e BNDES.
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Informações à imprensa
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MAIARA CRISTINA OLIVEIRA DAS NEVES DE ALMEIDA
maiara.oliveira@giusticom.com.br







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