Com a aproximação das festas de fim de ano, instituições de saúde enfrentam um período crítico para a gestão de suprimentos. A combinação de maior fluxo de pacientes, aumento de acidentes típicos da época e redução de jornadas de fornecedores pressionam diretamente a gestão de suprimentos. Além disso, a cadeia logística mais lenta pode tornar os próximos meses vulneráveis à rupturas de estoque.
Para evitar esses riscos, a antecipação das compras de medicamentos e insumos hospitalares tornou-se essencial para garantir segurança assistencial e estabilidade operacional.
“A resposta para não haver falhas na cadeia de suprimentos da instituição está na utilização de plataformas de compras online. Contando com o histórico de consumo e dados ‘vivos’, a ferramenta contribui tanto para o planejamento antecipado como para que as compras sejam feitas de formas ainda mais estratégicas”, sinaliza Michael Almeida, gerente comercial da Apoio, empresa que desenvolve soluções digitais para planejamento, compras e logística na saúde.
Entre os insumos mais procurados no período estão analgésicos e antitérmicos, soros para hidratação e materiais de urgência como gazes, compressas, kits de sutura,entre outros. Há, também, a procura por itens usados em atendimentos de traumas e acidentes de trânsito, que tendem a aumentar no fim do ano.
A falta desses materiais pode gerar impactos significativos para o paciente. Atrasos no atendimento, interrupção de procedimentos, risco clínico elevado, remarcação de cirurgias e sobrecarga das equipes são apenas alguns dos efeitos relatados quando itens “básicos” não estão disponíveis. Em situações mais críticas, o desabastecimento pode comprometer o desfecho clínico e afetar diretamente a segurança assistencial.
Nesse cenário, plataformas de compras online, que possibilitam o acesso da instituição a fornecedores e cotações de todo o Brasil, desempenham um papel decisivo. Afinal, através dela, há a possibilidade do gestor visualizar tendências, configurar alertas e identificar itens que apresentam risco de escassez antes da chegada de festas.
“Com informação na tela, o hospital se antecipa e reduz a imprevisibilidade que dezembro impõe. A tecnologia facilita, protege e melhora o planejamento e esse fortalecimento é decisivo para atravessar o fim de ano com estabilidade, preservando recursos, reduzindo vulnerabilidades e mantendo o foco na assistência segura”, afirma Michael Almeida.
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JULIANA MARIA HENRIQUE REGIS
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