Segundo a executiva, apesar da redução nas vendas para os EUA, as franquias conseguiram compensar com a intensificação da procura por destinos alternativos. Entre os mais buscados estão Portugal, Espanha, França e Itália, além de opções mais próximas, como Argentina, Chile e Uruguai. No Caribe, Curaçao e República Dominicana também têm atraído brasileiros, em especial pela isenção de visto.
Ana Virgínia destaca ainda que, do ponto de vista financeiro, os impactos devem ser mais relevantes para os próprios Estados Unidos do que para os turistas brasileiros: “O Brasil é o quarto país com maior emissão de turistas para os EUA. O brasileiro não deixa de viajar, ele apenas redireciona seu interesse para outros destinos igualmente atrativos. É uma tendência que já está se confirmando nos últimos meses.”
As unidades da rede continuam orientando clientes sobre os processos de visto e incentivando o planejamento antecipado. “Nossa comunicação é sempre voltada a inspirar pessoas a conhecerem o mundo. Mais do que viagens, oferecemos experiências transformadoras que conectam culturas e ampliam horizontes”, complementa a CEO.
No radar da rede, destinos com entrada facilitada e câmbio mais favorável despontam como apostas para os próximos meses, com destaque para Curaçao, pela acessibilidade e paisagens paradisíacas, e para a África do Sul, que une safáris, vinícolas e boa gastronomia em voos diretos a partir do Brasil.
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Thamiris de Souza
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