A Aura, mineradora de ouro e cobre com operação nas Américas, por meio de sua unidade em Almas, no Tocantins, consolidou nas últimas semanas uma agenda de aproximação com a comunidade local. Por meio do programa “Portas Abertas”, a companhia recebeu grupos de moradores da região para conhecer de perto os processos de mineração, reforçando seu compromisso com a transparência e com a cultura Aura 360, que preza pelo diálogo constante e pelo cuidado com as pessoas.
Durante o mês de novembro, a unidade tornou-se um ponto de encontro para diferentes esferas da comunidade. A programação foi marcada pela diversidade de públicos, demonstrando que a mineração desperta interesse tanto pelo viés técnico e institucional quanto pelo aspecto humano e educacional.
Um dos destaques do mês foi a visita de uma comitiva do Poder Judiciário Trabalhista. A Aura recebeu a Dra. Sandra Nara, Juíza da Vara do Trabalho de Dianópolis, e o Desembargador José Leone, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Acompanhados de suas equipes, os magistrados puderam ver in loco as estruturas do complexo e as práticas de segurança e gestão de pessoas adotadas pela empresa, estreitando laços institucionais fundamentais para o desenvolvimento regional.
No campo educacional, a operação serviu de “sala de aula prática” para o ensino superior. Uma turma de Geologia Econômica da Universidade de Brasília (UnB) viajou até o Tocantins para vivenciar a rotina da mineração. Os universitários visitaram o galpão de testemunhos de sondagem e aprofundaram conhecimentos sobre a geologia local, conectando a teoria acadêmica à realidade de uma mina em operação.
Já no início de dezembro, foi a vez de olhar para o futuro da região. A unidade Almas recebeu estudantes da 3ª série do Ensino Médio da Escola Agrícola de Almas. Os alunos, que frequentam o curso de Técnico Agrícola, percorreram os mirantes da mina, a planta de beneficiamento e a barragem, ampliando sua visão sobre o mercado de trabalho local e as tecnologias aplicadas no setor.
“O ‘Portas Abertas’ não é apenas uma visita, é uma prestação de contas voluntária à sociedade”, afirma Gabriel Sapucaia, Diretor de Operação da unidade Almas. “Quando recebemos desde um Desembargador até o filho de um colaborador, estamos dizendo a mesma coisa para todos: aqui operamos com responsabilidade, segurança e respeito. Essa troca de experiências é vital para seguirmos crescendo junto com a comunidade de Almas”, concluiu.
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JOÃO RAFAEL SOUZA BALMANT
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