Mais do que uma festa cultural, a proposta é criar pontes entre entretenimento e formação cidadã. “A Bandalheira sempre chega como um cortejo de afetos, levando música e entusiasmo por onde passa. Mas nosso propósito vai além da diversão: queremos que cada criança e jovem se reconheça na arte e descubra nela um caminho de aprendizado, cidadania e transformação”, afirma o músico Dimi Zumquê, idealizador e coordenador do projeto.
O músico adianta ainda que Guatapará vai ganhar uma novidade especial nesta apresentação: um momento dedicado ao samba. “Preparamos um trecho do show para que os adolescentes, especialmente entre 14 e 17 anos, se identifiquem e curtam junto”, conta Dimi. O repertório trará clássicos como “Deixa Acontecer”, do Grupo Revelação, “Deixa a Vida me Levar”, de Zeca Pagodinho, além de outros sucessos populares que prometem animar o público.
A cada apresentação, a Bandalheira do Bem promove um encontro de linguagens artísticas que dialogam entre si, despertando a imaginação, a criatividade e o senso crítico do público. A proposta é transformar a arte em ferramenta pedagógica voltada especialmente para crianças e adolescentes.
Da infância ao presente: músicas que aproximam gerações
O espetáculo apresenta canções que resgatam memórias da infância e despertam o imaginário coletivo. Entre elas estão clássicos como O Pato (Vinicius de Moraes) e Limão Limoeiro (canção de domínio público, originária do folclore brasileiro), além de músicas que dialogam com a atualidade, como “Baby Shark”, que celebra a imaginação infantil e a diversão em família. O repertório é costurado por cortejos musicais, performances circenses e momentos interativos que aproximam a plateia do universo artístico.
“Quando uma criança reconhece uma música da infância ou se encanta com a magia do espetáculo, ela percebe que a cultura também é parte da sua formação. A Bandalheira do Bem existe para isso: unir diversão, memória e cidadania em um mesmo momento de encontro”, ressalta Zumquê.
Experiência plural e inclusiva
O elenco reúne diversidade de linguagens e perfis artísticos. Além de Dimi Zumquê, participam os músicos Alessandra Freire, Eder Bortolato, Tales Gonzales, Michael Toro, Erick Ferreira, Pedrinho Brown e Renato Xexéu, além das cantoras Luisa Farias e Julia Lilás, que ampliam a identificação com os estudantes. A multiartista Ju Cadeco soma sua bagagem no teatro, enquanto o mágico Jhungors traduz a pedagogia em ilusionismo.
Cultura como política pública
Ao circular por cidades do interior paulista, a Bandalheira do Bem reafirma a cultura como direito social e instrumento de transformação. “Não se trata apenas de entreter, mas de contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes e conectados com a diversidade cultural brasileira”, ressalta Dimi Zumquê.
O projeto é uma realização da Zumquê Produções, com apoio do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC ICMS) e patrocínio das empresas Açúcar Caravelas, Colombo Agroindústria e Grupo Imediato.
Serviço
Bandalheira do Bem – 7ª Temporada
Quando: 25 de setembro (quinta-feira)
Horário: 13h30
Local: Centro Esportivo Guatapará – Alameda Campinas, s/n, Guatapará (SP)
Entrada gratuita
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
VALTER JOSSI WAGNER
valter@verbo.jor.br

Leave a Reply