Inscreva-se em nosso canal no YouTube.

“Daquele Jeitão”: Péricles moderniza ao experimentar elementos do trap em nova faixa

Com uma concepção mais atual que mistura o pagode e partes fazendo referência ao trap, a música “Daquele Jeitão” fala da pessoa que não resiste a um flashback com antigos amores, que escolhe cometer o erro hoje e deixa para se arrepender amanhã. A faixa é a quarta que compõe o álbum “Calendário”, a ser lançado em 05 de outubro com todas as 7 inéditas e uma regravação em homenagem a eterna Rita Lee.

Ouça “Daquele Jeitão”: https://onerpm.link/DaqueleJeitao

A tracklist mescla músicas que fazem parte do DNA do artista, com outras com uma concepção mais atual como “Daquele Jeitão”, que promove uma mistura inédita na carreira do artista. Já a faixa “Calendário”, que dá nome ao projeto, é assinada por Péricles, seu filho Lucas Morato e seu sobrinho Clayson Leandro. “Essa música é meu xodozinho. Não é a primeira vez que compomos e gravamos juntos, mas espero que essa faixa seja um grande sucesso e faça a felicidade daqueles que esperam uma chance no calendário para falar de amor”, afirma o cantor.

Calendário 

Três meses antes de entrar em estúdio, Péricles e seu produtor musical Izaias Marcelo ouviram cerca de 800 músicas de inúmeros compositores brasileiros. Foram escolhidas 7 canções inéditas e uma regravação de Rita Lee. As 8 faixas do álbum serão divulgadas gradativamente. “Eu aposto muito nas canções desse repertório. São músicas que nos tocam profundamente, nos alegram e tenho certeza de que as pessoas vão se identificar com o que foi feito e vão adorar o resultado”, destaca o artista.

Completam o repertório “Ainda Me Iludo”, “Suspeitei do Cara”, “Na Minha Pele”, “Fiquei no Quase”, “Essa Não”, que tem entre os compositores o nome de Thiaguinho, e “Desculpe o Auê” – homenagem à rainha do rock. De acordo com Izaias Marcelo, produtor musical de Péricles, nesta regravação, a primeira parte da música foi gravada em Bossa Nova, com o artista cantando no seu tom habitual. A segunda parte foi gravada em pagode, no tom original da primeira gravação da Rita Lee de 1983, algo muito difícil, por conta da extensão de voz, mas que ele interpretou com a maior naturalidade mostrando um lado musical inusitado, que ninguém esperava, e comprovando sua impressionante qualidade técnica vocal, por ter gravado em dois tons distintos. “Uma das grandes alegrias que a música me trouxe foi ter a chance de conhecer e dividir, algumas vezes, o palco com esse grande ícone da nossa arte. Fica aqui a nossa homenagem!”, finaliza o sambista.

Journalist - Produtora Executiva - Tour Manager- Booking Agent - Label Manager
  • https://stm16.xcast.com.br:7334/