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Dona Déa honrou legado de Paulo Gustavo em missa

missa de 7° dia de Paulo Gustavo aconteceu na noite da última terça-feira (11) no Santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. O ator, que morreu devido a complicações decorrentes da Covid-19, ganhou homenagens emocionantes de amigos e familiares, que se reuniram para uma última despedida.

Sua mãe, Déa, impressionou pela força: emocionou-se, falou sobre sua fé, cantou lindamente e até fez os presentes rirem, mostrando que não é muito diferente de seu filho.

Missa de 7° dia de Paulo Gustavo

A missa de 7° dia de Paulo Gustavo foi transmitida pelo canal Multishow e pela plataforma de streaming Globoplay e teve início às 18h30.
Além dos familiares, vários famosos e amigos do humorista como Regina Casé, Heloísa Perissé, Samantha Schmütz, Luciano Huck e Angélica, também estavam presentes.
Um dos momentos mais emocionantes foi o discurso de Dona Déa, que encerrou a celebração. A matriarca disse que, apesar do que muitos pensam e dizem, ela não é forte, é a fé que a sustenta:
“Eu não sou forte como todo mundo diz, a minha força está em Deus e eu peço todos os dias: ‘Me ajuda, eu creio e aceito na partida do meu filho, mas me ajude a ficar aqui, me dê forças no meu coração’. Eu não sou forte, é a fé, a fé que me ajuda”.

Discurso de Thales

Antes de Dona Déa, o médico e marido de Paulo Gustavo, Thales Bretas, também fez uma linda homenagem ao humorista, com um texto comovente de sua própria autoria.
Paulo Gustavo e Thales ficaram juntos por sete anos e o médico contou como foram os últimos sete dias desde a partida do ator:
“Paulo Gustavo, meu amor, durante esses últimos sete dias revisitei várias vezes os sete anos que vivemos juntos. Vários flashes dos melhores dias da minha vida coloriram o meu luto. Dias intensos, repletos de sensações e sentimentos, como tinha que ser com você, com a sua potência e velocidade avassaladoras”.
Thales ainda comentou sobre as diferenças que eles tinham, mas que elas foram se somando até se multiplicaram ao longo dos anos:
“Ele Beyoncé, eu Marisa Monte, ele barulho, eu silêncio, ele fala, eu escuta, ele agito, eu serenidade. Mas com o tempo, vi que essas diferenças só se somavam e com isso, cada um de nós dois nos tornávamos pessoas melhores. Depois da soma, veio a matemática da multiplicação, com as duas maiores alegrias das nossas vidas, Gael e Romeu, que prometo cuidar para sempre e transmitir tudo o que aprendi com papai Paulo”.

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