Empresas impulsionam o McDia Feliz 2025 e ajudam a destinar R$ 23,4 milhões à saúde infantojuvenil

O McDia Feliz 2025 confirmou, mais uma vez, a força do engajamento empresarial no fortalecimento da saúde infantojuvenil no Brasil. A 37ª edição da campanha, realizada no dia 23 de agosto, mobilizou grandes marcas de diferentes setores que, junto com voluntários, consumidores e formadores de opinião, ajudaram a transformar o Big Mac em cuidado, acolhimento e esperança para milhares de famílias. Graças à participação ativa de empresas como Arcos Dorados, ABFM, Marfrig/BRF, Demolay, Getnet, Coca-Cola, Engie, Fiserv, Hapvida, Bimbo, Bunzl, entrepay, Galeria, Celcoin, Odontoprev, Vigor, Marvi, McCain, Adyen, Schreiber, Speers Food e Subsea7, o McDia Feliz bateu recorde histórico ao arrecadar R$ 28,1 milhões, destinando R$ 23,4 milhões diretamente para saúde, o maior valor desde o início da campanha, em 1988.

As empresas foram fundamentais para esse resultado histórico. A mobilização corporativa mostra que responsabilidade social não é discurso: é ação, impacto e compromisso com a vida. Cada parceiro que se juntou ao McDia Feliz ampliou o alcance da campanha e fortaleceu a causa do câncer infantojuvenil”, destaca Bianca Provedel, CEO do Instituto Ronald McDonald.

Recorde de arrecadação e engajamento nacional
O McDia Feliz 2025 superou todas as expectativas e reafirmou o compromisso do país com a causa. A campanha também contou com o engajamento de milhares de consumidores que compareceram aos restaurantes e adquiriram tíquetes digitais em plataformas parceiras e nas próprias lojas.

Para o Instituto Ronald McDonald, que coordena a aplicação dos recursos na área da saúde, o resultado representa um marco no enfrentamento ao câncer infantojuvenil, a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Embora a doença apresente altos índices de cura quando diagnosticada precocemente, que podem chegar a 80%, as desigualdades regionais ainda comprometem o acesso ao tratamento. Em regiões como o Norte do país, essa taxa cai para 50%, principalmente pela demora no diagnóstico, carência de centros especializados e distância dos grandes centros urbanos.

“Entre as crianças que são diagnosticadas, quase metade enfrenta dificuldades financeiras e logísticas para continuar o tratamento. O McDia Feliz é fundamental para mudar essa realidade, pois permite que o Instituto invista em programas que unem ciência, acolhimento e cuidado integral”, explica Bianca.

Impacto de norte a sul

Os recursos arrecadados serão distribuídos entre 75 projetos de 48 instituições parceiras, abrangendo as cinco regiões do país. “O Instituto trabalha para remover barreiras que muitas vezes são invisíveis, a distância, o custo do transporte, a falta de informação, o esgotamento emocional das famílias. Cada programa é pensado para garantir não apenas o tratamento médico, mas também dignidade, segurança e acolhimento para todos”, complementa Bianca Provedel.

 

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PAULA GRANHA FIUZA
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