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IA agêntica pode ser diferencial competitivo nas estratégias de merchandising no Varejo

O tamanho do mercado varejista brasileiro foi avaliado em US$ 231,08 bilhões em 2025. A projeção é que siga crescendo a uma taxa anual composta (CAGR) de 5,40% entre 2026 e 2035, atingindo um valor de US$ 390,99 bilhões até 2035, segundo levantamento da consultoria Expert Market Research. E embora não haja um estudo específico do setor de merchandising (que inclui visual merchandising, layout de loja, displays de produtos, etc.), é possível ter uma dimensão do quanto ele movimenta a partir dos dados de mídia de varejo (Retail Media) que atingiu R$ 3,8 bilhões em 2024, um salto de 42,3% sobre 2023, de acordo com o mesmo relatório. 

Esses dados mostram um mercado aquecido que, evidentemente, busca as mais variadas estratégias para manter esse ritmo. E, segundo aponta a UiPath (NYSE: PATH), empresa líder global em automação agente, a IA agêntica pode ser rapidamente incorporada a ele.

Segundo a companhia, a tecnologia pode marcar uma virada fundamental no setor, uma vez que promete substituir processos manuais e calendários estáticos por um ecossistema inteligente que não apenas aconselha, mas também age de forma autônoma, impulsionando a eficiência e protegendo as margens em um mercado cada vez mais volátil.

“A IA Agêntica representa a próxima evolução da automação, transcendendo as limitações da IA tradicional que apenas analisa dados. Os agentes de IA são sistemas inteligentes capazes de planejar, agir, aprender e se adaptar em tempo real”, explica Edgar Garcia, VP da UiPath para a América Latina. De acordo com o executivo, os agentes conectam modelos preditivos, lógica de decisão e automação para executar tarefas continuamente, eliminando a necessidade de intervenção manual constante.

A UiPath traz uma solução para merchandising estruturada em um ciclo contínuo de três etapas, projetada para operar na velocidade das mudanças do mercado:

  1. Prever: os agentes alavancam modelos avançados para desenvolver previsões contínuas de demanda, sell-through (venda) e sensibilidade de preços para cada SKU, loja e canal, identificando riscos e oportunidades precocemente.
  2. Decidir: motores de otimização simulam milhares de cenários, equilibrando metas de receita, margem e estoque para formular as melhores ações em compras, reabastecimento, promoções e remarcações (markdowns).
  3. Agir: agentes especializados executam as decisões de forma autônoma, ajustando preços, colocando pedidos e acionando campanhas diretamente nos sistemas de negócios, garantindo que as decisões se transformem em resultados imediatos.

De acordo com a companhia, o grande diferencial da automação tradicional da Agêntica é que a primeira segue regras fixas, enquanto os agentes de IA pensam de forma probabilística, avaliam o contexto, lidam com exceções e aprendem automaticamente com cada ciclo de negociação. “O objetivo central é aprimorar o trabalho dos profissionais e não os substituir. Ao automatizar a execução e a análise complexa, a tecnologia libera as equipes para se concentrarem em criatividade, estratégia de marca e trading, em vez de tarefas manuais e repetitivas, orienta Garcia.

Outro estudo endossa a teoria de que a IA agêntica deverá mudar não só o mercado varejista brasileiro como muitos outros. Trata-se de “O Impacto da Tecnologia em 2026 e Além: um Estudo Global do IEEE”  que entrevistou 400 CIOs, CTOs, diretores de TI e outros líderes de tecnologia no Brasil, China, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, em organizações com mais de 1.000 funcionários em diversos setores, entre 11 e 17 de setembro deste ano. O relatório aponta que a IA agêntica deve chegar ao mercado de consumo em massa no Brasil em 2026 e que 96% dos profissionais de tecnologia no mundo acreditam que a inovação, a exploração e a implementação da IA agêntica continuarão avançando em ritmo acelerado no próximo ano.

Entre os líderes brasileiros, 64% acreditam que a inovação, exploração e adoção da IA agêntica continuarão em ritmo acelerado em 2026, enquanto 58% afirmam que o uso da tecnologia para analisar grandes volumes de dados também crescerá no próximo ano.

Outro dado interessante é que o avanço da IA também deve ocorrer entre os consumidores que deverão adotá-la para funções como assistente pessoal (52%), gerente de privacidade de dados (45%), monitor de saúde (41%), automatizador de tarefas do dia a dia — como compras de supermercado — (41%) e curador de notícias e informações (36%).

“O avanço da IA agêntica é uma realidade. A pergunta não é mais ‘se’ um determinado setor vai incorporá-la, mas sim quando e de que modo. Na UiPath, estamos trabalhando com os mais variados mercados e o setor de merchandising vem crescendo exponencialmente e tem tudo para ser alavancado no Brasil, que é hoje o maior mercado varejista da América Latina”, conclui Garcia.

Para saber mais sobre o avanço da IA agêntica no varejo, acesse o White Paper da UiPath – The future of retail is agentic”

 

Sobre a UiPath

A UiPath (NYSE: PATH) tem a missão de aprimorar a geração de valor para que mais pessoas possam trabalhar de forma mais criativa, colaborativa e estratégica. A UiPath Business Automation Platform, com a tecnologia de IA, combina a solução líder de automação robótica de processos (RPA) com um conjunto completo de recursos para entender, automatizar e operar processos de ponta a ponta, oferecendo uma relação exclusiva de criação de valor. Para organizações que precisam evoluir para sobreviver e prosperar em tempos de grandes mudanças, a UiPath é The Foundation of Innovation™. Para mais informações, acesse www.uipath.com.

Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a):
LUCIANA SANTOS TARDIOLI SIMOES
luciana@elaboreestrategia.com.br

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