Com lançamento pela Algohits nesta quinta-feira (13), single inicia álbum homônimo de dez faixas e apresenta uma fase mais conectada às origens do artista
O cantor e compositor Max Oliver abre uma nova etapa da carreira nesta quinta-feira, 13 de agosto, com o lançamento de “Quando Eu Cantar”. Apresentado pela Algohits, o single une sertanejo de raiz, country e folk para narrar um amor sincero que permanece vivo apesar da distância.
Escrita pelo próprio artista, a música é a primeira amostra do álbum homônimo que Max Oliver apresentará ao longo do ano. O projeto reunirá dez faixas e nasce com a proposta de revelar de maneira mais clara a identidade construída pelo cantor a partir de referências brasileiras e internacionais.
“Essa música tem muito de mim. Do country, do folk, da música boa, das histórias que eu gosto de contar e, principalmente, da verdade que eu quero colocar em cada canção. ‘Quando Eu Cantar’ é sobre deixar a música falar por mim”, afirma Max Oliver.
A produção musical é assinada por Enoque Rodolfo, profissional com mais de duas décadas de atuação e responsável por mais de dez anos pela produção da dupla Zé Henrique & Gabriel. A coprodução ficou a cargo de Ricardo Lopes, um dos nomes de referência do country brasileiro e responsável por diferentes trabalhos de Paula Fernandes, entre eles o álbum e audiovisual “11:11”.
Juntos, os produtores aproximam a força narrativa da música sertaneja da sonoridade do country contemporâneo. Entre as principais referências do novo trabalho estão Morgan Wallen e Luke Combs, além de uma influência folk que Max identifica, no Brasil, em Victor & Leo.
Essa combinação reflete uma formação musical iniciada ainda dentro de casa. Por influência do pai, Max cresceu ouvindo Milionário & José Rico, Chrystian & Ralf e outros grandes nomes da música sertaneja. A mãe, por sua vez, apresentou a ele diferentes vertentes da música internacional e ampliou um repertório que passaria a orientar sua maneira de compor, cantar e tocar.
“Acho que minha identidade musical vem de uma mistura de muitas influências. Meu pai me apresentou desde pequeno à música raiz, principalmente Milionário & José Rico, e depois vieram Chrystian & Ralf e outros grandes nomes. Minha mãe trouxe a influência da música americana, e fui absorvendo referências como Metallica, Toto e Supertramp. Depois vieram Garth Brooks, Brad Paisley e Blake Shelton e, mais recentemente, Luke Combs e outras referências do country. Tudo isso foi, de alguma forma, moldando meu jeito de compor, cantar e tocar”, explica.
Ao reunir universos que atravessaram diferentes momentos de sua vida, Max Oliver encontra em “Quando Eu Cantar” o ponto de partida para um trabalho mais autoral e coerente com a música que deseja construir. O single não apenas antecipa o repertório do próximo álbum, mas estabelece as bases sonoras e narrativas que conduzirão o projeto.
“Gosto de pensar que toda canção que escrevo é uma nova etapa da minha carreira. ‘Quando Eu Cantar’ marca o início de um novo álbum, mais conectado à minha essência musical do que o anterior”, completa o artista.
A música também ganhará um videoclipe dirigido por Windi Ribeiro. Gravado no interior de São Paulo, o audiovisual mantém a linha narrativa dos trabalhos anteriores do cantor e conta com a participação da atriz Lorraine Mota, que já havia aparecido no clipe de “Planta e Raiz”, lançado por Max Oliver em 2025. Windi Ribeiro também assina as fotografias do projeto.










