A gestão de cemitérios encontra dificuldades em muitas cidades do país. Cadastros manuais, mapas e processos descentralizados, além de superlotação e riscos ambientais, estão entre os principais problemas enfrentados pelas administrações municipais. Nesse cenário, a tecnologia tem surgido como aliada das prefeituras, com soluções que digitalizam registros, geram relatórios de ocupação, mapeiam túmulos e disponibilizam consulta online ao cidadão — reduzindo erros, burocracia e melhorando o serviço público.
Aldo Garcia, CEO da Betha Sistemas, govtech líder no desenvolvimento de soluções para a gestão pública municipal, comenta que os cemitérios devem ser encarados como parte essencial da infraestrutura urbana e, por isso, precisam receber a mesma atenção dada a outras áreas da administração. “Uma gestão ineficiente pode gerar problemas sérios, como ocupações irregulares, perda de registros e até impactos ambientais. A tecnologia permite mudar esse cenário, garantindo organização, transparência e respeito às famílias”, destaca o executivo.
Presente em mais de 800 cidades de 22 estados brasileiros, a Betha fornece atualmente sistemas de gestão para 42 cemitérios em diferentes regiões do país.
O Cemitério São Miguel e Almas, em São Miguel do Oeste (SC), é um exemplo. Com 3.459 sepulturas distribuídas em uma área de 11 mil metros quadrados e sem lotes disponíveis para novas concessões, o local enfrentava dificuldades para controlar registros e organizar informações sobre falecidos e jazigos. Desde janeiro de 2024, todas as informações passaram a ser gerenciadas digitalmente — o que permitiu automatizar o registro de sepultamentos, gerar relatórios de ocupação e facilitar o atendimento aos contribuintes.
“Hoje todo o processo é feito de forma integrada e muito mais prática. A gestão dos jazigos também ficou mais fácil, pois tudo está registrado e acessível. Antes, não havia sistema e o contribuinte precisava vir até o cemitério para preencher formulários e depois se deslocar até a prefeitura para emitir taxas, em um processo demorado e cheio de transtornos. Agora, tudo é feito por meio do sistema”, relata Ivanete Lanhe Povala, chefe da Divisão dos Cemitérios Municipais da cidade.
Em Varginha (MG), processo semelhante teve início em novembro de 2024, com a adoção de um sistema em um dos cemitérios mais movimentados do município. A cidade registra, em média, 70 sepultamentos por mês, e a plataforma passou a centralizar o controle de mais de 3 mil túmulos e 1,2 mil gavetas, automatizando processos que antes eram realizados de forma manual. Com isso, a administração municipal ganhou mais agilidade na atualização de dados, transparência na gestão das concessões e segurança na emissão de documentos.
Para Aldo Garcia, a digitalização da gestão cemiterial é um passo importante dentro do movimento mais amplo de modernização do setor público. “Quando os processos se tornam digitais, as prefeituras ganham eficiência, reduzem custos e oferecem um serviço mais digno e transparente à população. São avanços que representam respeito com o cidadão”, reforça o CEO da Betha Sistemas.
Sobre a Betha Sistemas: Com 40 anos de história, a Betha Sistemas vem transformando, através da tecnologia, a gestão pública no Brasil. Suas soluções são aplicáveis às áreas de Planejamento e Contabilidade; Gestão de Compras e Contratos, de Pessoas; Arrecadação e Fiscalização; Atendimento; Educação e Gestão Escolar; Saúde e Assistência Social; entre outros. Seguindo tendências de tecnologia dentro do conceito de web 2.0 e computação em nuvem, focadas na agilidade e segurança das soluções, os programas da Betha dispensam a necessidade de instalação de softwares. Atualmente, conta com 69 soluções , mais de 3 mil clientes e 2,5 milhões de usuários, com presença em 22 estados brasileiros, impactando mais 44,5 milhões de pessoas.
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GUILHERME SIMON FERNANDES
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