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Dyla de Toledo destaca as soft skills que impulsionam a liderança feminina no mercado de seguros

Referência em gestão e liderança no setor, a CEO da YIA Broker aponta que resiliência, inteligência emocional e visão estratégica são diferenciais decisivos para mulheres que desejam crescer e transformar o mercado de seguros

PEDRO SENGER
23/10/2025 00h17 - Atualizado há 1 mês

Dyla de Toledo destaca as soft skills que impulsionam a liderança feminina no mercado de seguros
Divulgação

O mercado de seguros é um dos setores mais desafiadores da economia. Marcado por alta regulação, competitividade acirrada e complexidade de produtos, exige dos líderes não apenas conhecimento técnico, mas também um conjunto refinado de competências comportamentais, as chamadas soft skills.

Para Dyla de Toledo, referência em gestão e liderança no setor e CEO da YIA Broker, as mulheres que desejam ocupar posições de destaque precisam desenvolver habilidades que vão além do óbvio. "A liderança feminina no mercado de seguros não se resume a ocupar uma cadeira. É sobre imprimir visão estratégica, resiliência e a capacidade de transformar equipes e negócios", afirma.

1. Resiliência

Em um setor historicamente dominado por homens, a mulher precisa enfrentar vieses, estereótipos e negociações de alto impacto. A resiliência aparece como base: suportar pressões, se adaptar rapidamente a mudanças regulatórias e manter firmeza mesmo em ambientes desafiadores.

2. Inteligência emocional

Saber equilibrar firmeza e empatia é uma das maiores forças femininas. A inteligência emocional permite lidar com clientes exigentes, times diversos e parceiros estratégicos, sem perder o foco em resultados. "Não é só sobre vender seguros, mas sobre criar relações de confiança que perdurem", ressalta Dyla.

3. Capacidade de negociação

No dia a dia, a líder precisa negociar com seguradoras, corretores, clientes corporativos e fornecedores. Ter clareza de propósito, segurança de argumentos e a habilidade de se posicionar de forma assertiva são diferenciais que ampliam a credibilidade.

4. Visão estratégica

Mais do que executar, a líder precisa enxergar além. Antecipar tendências do mercado, guiar equipes em direção a novos cenários e construir diferenciais competitivos fazem parte dessa visão. Para Dyla, "a estratégia deve unir inteligência, tecnologia e relacionamento humano, o que chama de Empatyia".

5. Comunicação de impacto

Traduzir termos técnicos de forma clara e envolvente é essencial. Uma boa líder sabe falar tanto a linguagem do conselho de administração quanto a do cliente final. Essa habilidade fortalece autoridade e aproxima públicos distintos.

6. Gestão de pessoas

Inspirar, motivar e desenvolver times é outro ponto-chave. No mercado de seguros, onde o corretor é peça fundamental, a capacidade de orientar e formar profissionais impacta diretamente nos resultados.

O futuro da liderança feminina no setor

A presença de mulheres em cargos de liderança no mercado de seguros cresce a cada ano, mas ainda há um longo caminho. Para Dyla de Toledo, investir em soft skills é o passo decisivo para quebrar barreiras. "As mulheres já provaram sua competência técnica. Agora, é hora de ampliar sua influência por meio de habilidades que inspiram, conectam e transformam", conclui.


 

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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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